No meio do caminho, de repente você avista uma outra via, chamativa, atraente e com uma aparência muito agradável. Parece ser um caminho bem melhor a ser seguido. A estrada tem menos buracos e obstáculos, há mais sombra e uma leve inclinação que reduz o esforço para caminhar. Praticamente é só se deixar levar pelo vento a seu favor...
Encontramos esse "atalho inocente" várias vezes ao longo da caminhada. O que ele nos mostra é muito mais agradável ao nossos olhos: menos esforço, mais conforto...
Mas onde ele nos leva? Será mesmo que o melhor é confiar no que vemos?
Um dos maiores erros da história da humanidade começou exatamente com a visão de algo muito agradável...
"E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela." - Gênesis 3:6
O fim desta história todos sabemos e temos experimentado em nossa própria carne as consequências desse terrível erro. Não seria então o caso de ouvir, finalmente, a voz de quem realmente enxerga além do que os olhos podem ver?
"...porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos..." - I Samuel 16:7b
Nessa estrada sempre haverão prazeres, caminhos mais agradáveis mas... "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." - Provérbios 16:25 e 14:12
Porque será que o sábio Rei Salomão quis alertar-nos duas vezes, com as mesmas exatas palavras, sobre o caminho que nos parece direito?
Não é fácil resistir a uma visão de um oásis quando se está no meio do deserto. Mas precisamos ver além dos nossos olhos para enxergar a glória que está proposta ao vencedor.
O prêmio é algo muito mais agradável do que o fruto que suscitou o primeiro erro: "Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus." - Apocalipse 2:7b
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